| Crônicas e Poesias |
Pequeno poema para pequena Santa Luzia
(Carmélio Dias)
Santa
Santa Luzia
Repousa minha santinha
tão acanhada, escondidinha
entre pedras novas e velhas
onde a nova moça caminha
onde a velha moça sozinha
passeia entre o Carmo e a Matriz
Ah! Minha Santa, santinha
Quem olha depressa nem diz
Santa
Santa Luzia
Repousa, não de fadiga
São Jorge que a guarda que o diga
Seus sinos ainda dobram pequenos
chamando por quem quer que os siga
E aos que seguem revela-se amiga
Enquanto uns se dividem entre o Carmo e a Matriz
Ah! Minha Santa, santinha
Quem olha depressa nem diz
Santa
Santa Luzia
Repousa em ti minh'oração
Entre o comércio e a conceição
subindo calada a ladeira
é minha também sua solidão
Assim sendo, estendo-lhe a mão
passearemos entre o Carmo e a Matriz
Ah! Minha Santa, santinha
Quem olha depressa nem diz
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Manteigão (Carmélio Dias) FOGUETE FOGUETÓRIO FOGUETÃO FLAMENGO FLAMENGINHO MENGÃO SÃO BENEDITO NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO PREPERA-TE SANTANTÔNIO VEM DESCENDO MANTEGÃO
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