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       Usina Nuclear

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       As Usinas Nucleares de Angra 1 e Angra 2 fazem parte da chamada Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto.  Angra 1 entrou em operação em 1985 e gerou desde então, com 657MW de potência mais de 23 milhões de MWh. Angra 2, com capacidade para 1309 MW, já está em operação e funciona com capacidade máxima desde janeiro de 2001.

Angra 2 é a em primeiro plano na foto, com a cúpula convexa cinza e a imensa chaminé.  Angra 1, mais ao fundo, tem a cúpula cilíndrica branca.

      Foto: Fernando Pegorer
 
Foi construída numa bela enseada batizada pelos índios
que vivíam na região com o nome de "Itaorna" que em tupi-guarani quer dizer "pedra-podre", provavelmente devido aos comuns deslizamentos de terra que ocorrem em toda região no período das chuvas.

Num destes deslizamentos, há muitos anos, muito próximo ao complexo, um morro inteiro deslizou até o mar levando consigo um laboratório da Usina.  A ponte construída uma curva antes de Itaorna (para quem vai do Rio em direção a Santos) foi construída no local onde existia o morro. 

Defensores ecológicos afirmam ter sido inapropriado o local da construção da Central.  A Eletronuclear defende-se informando que Itaorna foi alvo de muitos estudos e o principal fator determinante da instalação das 8 Usinas Atômicas (que foi a previsão inicial do projeto nuclear brasileiro) num dos pontos mais bonitos do litoral do país foi a proximidade quase eqüidistante dos 3 centros urbanos: Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Outra preocupação das entidades defensoras da ecologia, é que a água do mar usada para resfriar o reator das Usinas, apesar de não oferecer perigo de contaminação radioativa, aquece em alguns graus a água de uma grande região em volta de Itaorna.  Isto estaria afetando o ecossistema do local.

 

 

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